(via vetdadepre)
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
terça-feira, 22 de novembro de 2011
terça-feira, 15 de novembro de 2011
O problema com os videogames?
Li no The Guardian uma crítica a videogames, reclamando que o problema não está na violência, mas nos personagens, "que são uns idiotas"... acho que era para o artigo parecer engraçado, mas não foi. Esse tipo de crítica não faz sentido. Faz anos que os jogos da série Call of Duty vem promovendo o mesmo estilo de ação: você encarna um ou mais soldados que são uns fodões sanguinolentos que matam centenas e centenas de "filhos da puta" e "pouco se importam com isso".
Sim, tem um monte de coisas inspiradas em filmes antigos do Schwarzenegger (como comentei no meu breve review do Black Ops), mas todo mundo já espera isso. Já estava lá na demonstração e ninguém é obrigado a jogar... se o cara jogou e e não gostou do que viu, burro foi ele que ignorou todos os antigos jogos da série, que nunca foi atrás de trailers ou de demonstrações dos jogos.
Existem vários outros tipos de jogos, alguns onde não tem como matar como Portal, outros tem como matar, mas você pode escolher im caminho sem violência, como acontece nos Deus Ex: Human Revolution e Metal Gear. Esse não é um problema com os videogames, mas sim do consumidor que não sabe se informar sobre quais jogos querem. Se for para ter algo fofinho, basta jogar Wii que é cheio deles, se for para ter um jogo mais animado que promova a saúde, que joguem Dance Central no Xbox. Há opções de jogos para todos os gostos.
Eu gosto de jogos violentos e adoro encarnar num personagem violento e fodão e me sentir como se estivesse num filme de ação. É uma delícia sentir a adrenalina desses jogos e, sinceramente, para mim funciona como uma válvula de escape: mato centenas nos jogos e alivio o stress da vida real. E livre de stress posso ser apenas mais um matemático calmo e legal que gosta de beber cerveja e sair com amigos.
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
Judas Priest - Painkiller
Judas Priest
Faster than a bullet
Terrifying scream
Enraged and full of anger
He's half man and half machine
Rides the metal monster
Breathing smoke and fire
Closing in with vengeance soaring high
He is the painkiller
This is the painkiller
Planets devastated
Mankind's on its knees
A saviour comes from out the skies
In answer to their pleas
Through boiling clouds of thunder
Blasting bolts of steel
Evils going under deadly wheels
He is the painkiller
This is the painkiller
Faster than a lazer bullet
Louder than an atom bomb
Chromium plated boiling metal
Brighter than a thousand suns
Flying high on rapture
Stronger free and brave
Nevermore encaptured
They've been brought back from the grave
With mankind resurrected
Forever to survive
Returns from Armageddon to the skies
He is the painkiller
This is the painkiller
Wings of steel painkiller
Deadly wheels painkiller
He is the painkiller
This is the painkiller
He is the painkiller
This is the painkiller
Pain, pain, killer, killer
Pain, pain, killer, killer
[Incomprehensible] pain killer
domingo, 23 de outubro de 2011
Malvadão?
Esse é só mais um post egocêntrico, então, podem ignorar a vontade. :)
Mas se não desistiram de ler, eu tinha tirado uma foto de mim mesmo e me achei super simpático e então resolvi usar ela nas redes sociais. A foto é essa:
Mas então falaram que estou com cara de malvado! Fiquei surpreso, pois eu realmente achei que eu estava com uma aparência agradável. Então resolvi fazer uma foto tentando ficar com cara de malvado. A idéia era imitar a expressão maligna do Walter White de Breaking Bad:
Mas o máximo que consegui foi isso:
E isso:
Mas a verdade é que, apesar da cara de viking, eu sou bonzinho. =^.^=
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
I Fire Upon The Deep
A Fire Upon the Deep é um livro de ficção do matemático, cientista da computação e escritor Vernor Vinge. O livro, que ganhou o prêmio Hugo, conta a história de uma entidade dotada de super inteligência que foi desperta por uma expedição humana que investigava um arquivo de 5 bilhões de anos que poderia ter informações valiosíssimas.
A entidade, conhecida como Blight, passa a se desenvolver rapidamente - e o livro dá uma descrição muito interessante de como esse desenvolvimento acontece - e aprende a controlar não só os computadores, mas até alguns humanos da expedição. Ela continua a se expandir pela galáxia e com isso chama a atenção de outras civilizações e entidades.
A história de desenvolve do ponto de vista dois grupos: o de alienígenas e humanos, que ajudados por uma outra entidade transcendental, tentam impedir o grande mal de dominar o universo; e de uma estranha civilização, tecnologia medieval, em que cada alienígena é formado por pequenas de criaturas caninas com pensamento coletivo.
Acho que agora esse é o livro mais legal de ficção científica que já li. Nunca vi nenhuma história usar inteligências artificiais e alienígenas de maneira tão criativa e interessante e ainda conseguir combinar romance e intrigas medievais com viagens e guerras espaciais de uma maneira tão coerente e impressionante.
Definitivamente vou ler todos os outros livros escritos por Vernor Vinge e recomendo fortemente que os leitores façam o mesmo.
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http://www.jahnke.net.br
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