quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

You Better Run - Motörhead

You Better Run
Motörhead

I got no reason, to lie to you
What´s in the cards, that´s what I do
I was born a-running and laughing out loud
With my feet on the ground and my head in the clouds

You better run, oh baby you better run
I got a blade like lightning, silver bullets in my gun

I´m short and I´m tall, I´m black and I´m white
Sometimes I be wrong, sometimes I be right
I´m iron & steel, I´m bad to the bone
You come looking for trouble, honey don´t you come alone

I seen ´em come and I seen ´em go,
I seen things and seen people, that nobody knows
I´m talking in pictures and I´m painting them black,
I seen Satan coming honey in a big black Cadillac

terça-feira, 15 de novembro de 2011

O problema com os videogames?

Li no The Guardian uma crítica a videogames, reclamando que o problema não está na violência, mas nos personagens, "que são uns idiotas"... acho que era para o artigo parecer engraçado, mas não foi. Esse tipo de crítica não faz sentido. Faz anos que os jogos da série Call of Duty vem promovendo o mesmo estilo de ação: você encarna um ou mais soldados que são uns fodões sanguinolentos que matam centenas e centenas de "filhos da puta" e "pouco se importam com isso".

Sim, tem um monte de coisas inspiradas em filmes antigos do Schwarzenegger (como comentei no meu breve review do Black Ops), mas todo mundo já espera isso. Já estava lá na demonstração e ninguém é obrigado a jogar... se o cara jogou e e não gostou do que viu, burro foi ele que ignorou todos os antigos jogos da série, que nunca foi atrás de trailers ou de demonstrações dos jogos.

arnold-schwarzenegger-terminator-photo.jpg

Existem vários outros tipos de jogos, alguns onde não tem como matar como Portal, outros tem como matar, mas você pode escolher im caminho sem violência, como acontece nos Deus Ex: Human Revolution e Metal Gear. Esse não é um problema com os videogames, mas sim do consumidor que não sabe se informar sobre quais jogos querem. Se for para ter algo fofinho, basta jogar Wii que é cheio deles, se for para ter um jogo mais animado que promova a saúde, que joguem Dance Central no Xbox. Há opções de jogos para todos os gostos.

Eu gosto de jogos violentos e adoro encarnar num personagem violento e fodão e me sentir como se estivesse num filme de ação. É uma delícia sentir a adrenalina desses jogos e, sinceramente, para mim funciona como uma válvula de escape: mato centenas nos jogos e alivio o stress da vida real. E livre de stress posso ser apenas mais um matemático calmo e legal que gosta de beber cerveja e sair com amigos.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Judas Priest - Painkiller

Painkiller
Judas Priest


Faster than a bullet
Terrifying scream
Enraged and full of anger
He's half man and half machine
Rides the metal monster
Breathing smoke and fire
Closing in with vengeance soaring high


He is the painkiller
This is the painkiller


Planets devastated
Mankind's on its knees
A saviour comes from out the skies
In answer to their pleas
Through boiling clouds of thunder
Blasting bolts of steel
Evils going under deadly wheels


He is the painkiller
This is the painkiller


Faster than a lazer bullet
Louder than an atom bomb
Chromium plated boiling metal
Brighter than a thousand suns


Flying high on rapture
Stronger free and brave
Nevermore encaptured
They've been brought back from the grave
With mankind resurrected
Forever to survive
Returns from Armageddon to the skies


He is the painkiller
This is the painkiller
Wings of steel painkiller
Deadly wheels painkiller


He is the painkiller
This is the painkiller
He is the painkiller
This is the painkiller
Pain, pain, killer, killer
Pain, pain, killer, killer


[Incomprehensible] pain killer

domingo, 23 de outubro de 2011

Malvadão?

Esse é só mais um post egocêntrico, então, podem ignorar a vontade. :)
Mas se não desistiram de ler, eu tinha tirado uma foto de mim mesmo e me achei super simpático e então resolvi usar ela nas redes sociais. A foto é essa:
Img_3066

Mas então falaram que estou com cara de malvado! Fiquei surpreso, pois eu realmente achei que eu estava com uma aparência agradável. Então resolvi fazer uma foto tentando ficar com cara de malvado. A idéia era imitar a expressão maligna do Walter White de Breaking Bad:
breaking-bad.jpg
Mas o máximo que consegui foi isso:
Img_3175-2

E isso:
Img_3176_a2-2

Mas a verdade é que, apesar da cara de viking, eu sou bonzinho. =^.^=

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

I Fire Upon The Deep

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A Fire Upon the Deep é um livro de ficção do matemático, cientista da computação e escritor Vernor Vinge. O livro, que ganhou o prêmio Hugo, conta a história de uma entidade dotada de super inteligência que foi desperta por uma expedição humana que investigava um arquivo de 5 bilhões de anos que poderia ter informações valiosíssimas.

A entidade, conhecida como Blight, passa a se desenvolver rapidamente - e o livro dá uma descrição muito interessante de como esse desenvolvimento acontece - e aprende a controlar não só os computadores, mas até alguns humanos da expedição. Ela continua a se expandir pela galáxia e com isso chama a atenção de outras civilizações e entidades.

A história de desenvolve do ponto de vista dois grupos: o de alienígenas e humanos, que ajudados por uma outra entidade transcendental, tentam impedir o grande mal de dominar o universo; e de uma estranha civilização, tecnologia medieval, em que cada alienígena é formado por pequenas de criaturas caninas com pensamento coletivo.

Acho que agora esse é o livro mais legal de ficção científica que já li. Nunca vi nenhuma história usar inteligências artificiais e alienígenas de maneira tão criativa e interessante e ainda conseguir combinar romance e intrigas medievais com viagens e guerras espaciais de uma maneira tão coerente e impressionante.

Definitivamente vou ler todos os outros livros escritos por Vernor Vinge e recomendo fortemente que os leitores façam o mesmo.

-- 
Max Reinhold Jahnke
http://www.jahnke.net.br

Ó eu, falando sobre Distribuições, no seminário do ZFC Fan Club!

Ó eu, falando sobre Distribuições, no seminário do ZFC Fan Club:

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sábado, 24 de setembro de 2011

Depressão, remédios e exercícios físicos

Faz alguns anos desde que comecei a ter alguns sintomas de depressão. Lembro de ter começado com problemas de insônia, desmotivação e uma certa irritabilidade. Na época, acho que era mais stress do que depressão, mas depois começaram a aparecer outros sintomas, como dores de cabeça, falta de fome e a impressão de que o mundo poderia desabar a qualquer momento. Quando o stress era maior, eu sentia muita dor de cabeça e tensão no pescoço, essa tensão, inclusive, passou a ser cada vez mais constante, a ponto de alguns dias da semana eu já acordar sentindo meus ombros "presos".

Sempre tive muito "orgulho" e tentava resolver meus problemas sozinho, eu tentava me distrair dos pensamentos ruins e aliviar os sintomas como dava, seja jogando videogame, abusando de analgésicos ou mesmo fazendo exercícios. O que mais funcionava era me exercitar. Comecei em 2010 a nadar e descobri um exercício que realmente fazia eu me sentir melhor. O primeiro semestre de 2010 deve ter sido o melhor período dos últimos 10 anos da minha vida e tudo isso por que eu nadava três vezes por semana. Naquela época consegui aliviar quase completamente a tensão dos ombros, não sentia mais dor de cabeça e nem tinha mais insônia.

Mas aí chegou o inverno, parei de nadar e passei por umas situações bem complicadas na minha vida e infelizmente, o segundo semestre de 2010 foi um dos piores da minha vida. Foi um puta contraste, várias situações horríveis se combinaram: eu estava extremamente preocupado em me formar, minha avó morreu, minha mãe ficou extremamente depressiva e eu fiquei preocupadíssimo com a saúde dela. Outras coisas tristes também aconteceram, prefiro nem citar aqui, mas a pior coisa que poderia acontecer foi eu ter reprovado numa disciplina e não me formado no final de 2010.

As "férias" do começo de 2011 foram bem malucas, tão malucas que finalmente tomei vergonha na cara e fui a um psiquiatra e comecei a me tratar tomando remédio e tentando melhorar minha qualidade de vida. O remédio até que fez muito bem no começo: as dores de cabeça sumiram, a tensão nos ombros desapareceu e comecei, aos poucos a me sentir melhor, até que cheguei numa certa estabilidade. Mas eu estava estável numa situação que não era exatamente ruim, mas também não era exatamente boa. Acho que graças ao remédio foi mais fácil suportar as várias coisas ruins que aconteceram, como o quase infarto e depois internação da mãe...

Lembrando de como me sentia bem no começo de 2010, voltei a me exercitar, mas como as piscinas estavam fechadas por causa do inverno, optei por correr e foi então que finalmente voltei a me sentir bem. Depois de umas duas ou três semanas correndo, passei a frequentar as aulas de musculação do centro esportivo. Essas foram duas das três melhores coisas que fiz pro meu bem estar nesse semestre.
É incrível como correr me deixa bem, muito melhor do que os remédios que eu tomo e também fico muito mais relaxado do que quando nadava. Aliás, acho que nada me deixa tão relaxando quanto correr, nada mesmo. E sempre que eu malho, saio da academia me sentindo o exterminador do futuro!

Enfim, conversei com meu psiquiatra, falei das melhoras que aconteceram há pouco mais de dois meses, de como eu tenho melhorado e, de acordo com ele, se tudo continuar bem como tem estado ultimamente, acho que até o final do ano paro de tomar meus remédios e posso ser considerado "curado" da depressão.

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Christian Woman - Type O Negative

Christian Woman
Type O Negative

A cross upon her bedroom wall
From grace she will fall
An image burning in her mind
And between her thighs

A dying God-man full of pain
When will you cum again?
Before him beg to serve or please
On your back or knees
There's no forgiveness for her sins
Prefers punishment?
Would you suffer eternally
Or internally?

For her lust
She'll burn in hell
Her soul done medium well
All through mass manual stimulation
Salvation

Body of Christ
She needs
The body of Christ

She'd like to know God
Ooh love God
Feel her God
Inside of here - deep inside of her

Jesus Christ looks like me

-- 
Max Reinhold Jahnke

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Call of Duty: Black Ops

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Os últimos jogos da série Call of Duty tem sido cada vez mais bem feitos e o Black Ops não foi diferente. A história é ambientada no período da Guerra Fria e a campanha se desenvolve em várias missões clandestinas na Rússia, Cuba e Vietnam e estão relacionadas a uma arma química experimental conhecida como Nova 6. O jogador controla principalmente Alex Mason, das forças especiais, e ocasionalmente Jason Hudson, da CIA, e até mesmo Viktor Reznov, personagem de World at War.


Vários efeitos cinematográficos são usados na campanha, como efeitos de bullet time ao invadir algumas sala e mesmo e cenas obviamente inspiradas em filmes, como o final da missão em Vorkuta, onde é possível matar inimigos com um Winchester enquanto se pilota uma moto fodônica! Essa é uma clara referência a Terminator II e deixa o jogo extremamente empolgante.

Além dos gráficos extremamente detalhados e realistas, o que chama muita atenção é o quão convincente são as ações e expressões dos personagens, feito conseguido graças a um sofisticado uso de motion capture, que não só guardava os movimentos do corpo dos personagens, mas também vários detalhes das expressões faciais dos atores.

A trilha sonora também é excelente, contanto com algumas músicas da época da Guerra Fria, como Sympathy for the Devil, de Rolling Stones e Fortunate Son, de Creedence Clearwater Revival, além de várias outras compostas especialmente para o jogo.

Fora da campanha, um diferencial desse jogo é o Zombie Mode, em que os jogadores tem que sobreviver pelo maior tempo possível a recorrentes ataques de zumbis. No início está disponível um mapa Kino der Toten, com personagens de World at War, e as hordas não são apenas de zumbis, mas zumbis nazistas! Também tem como liberar o mapa Five, onde é possível jogar com John F. Kennedy, Richard Nixon, Robert McNamara e Fidel Castro para lutar contra zumbis atacando o Pentágono.

Enfim: o jogo é excelente e vale cada centavo investido nele.

domingo, 18 de setembro de 2011

DO MATH

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DO MATH, WITH PAIN!

Diary of the Dead

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Diary of the Dead é um metafilme de zumbis dirigido por George A. Romero. Chamo de metafilme pois trata-se de um filme sobre um filme gravado por alunos de um curso de cinema. Os estudantes estavam gravando um filme de horror e ouviram no rádio notícias sobre vandalismo e assassinatos em massa e acabaram passando a gravar o que eles estavam vivenciando, de forma a documentar o que realmente estava acontecendo: uma infestação de zumbis.

Pela Internet os estudantes descobrem que a mídia e o governo estavam mentindo, então um dos estudantes resolve passar a publicar na Web os vídeos que estava gravando sobre as situações que eles estavam passando, esperando que, ao mostrar a verdade sobre a infestação, acabassem ajudando outras pessoas a sobreviverem.

Gostei da atitude dos personagens de publicar os vídeos intuito de que as informações não manipuladas pudessem ajudar outras pessoas em situações parecidas. Bem parecido com o que estava acontecendo na Inglaterra recentemente, mas (infelizmente?) sem zumbis.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

How to be alone (by Tanya Davis)



How to be alone
by Tanya Davis


If you are at first lonely, be patient. If you've not been alone much, or if when you were, you weren't okay with it, then just wait. You'll find it's fine to be alone once you're embracing it.


We could start with the acceptable places, the bathroom, the coffee shop, the library. Where you can stall and read the paper, where you can get your caffeine fix and sit and stay there. Where you can browse the stacks and smell the books. You're not supposed to talk much anyway so it's safe there.


There's also the gym. If you're shy you could hang out with yourself in mirrors, you could put headphones in (guitar stroke). 


And there's public transportation, because we all gotta go places. 


And there's prayer and meditation. No one will think less if you're hanging with your breath seeking peace and salvation.


Start simple. Things you may have previously (electric guitar plucking) based on your avoid being alone principals. 


The lunch counter. Where you will be surrounded by chow-downers. Employees who only have an hour and their spouses work across town and so they -- like you -- will be alone.


Resist the urge to hang out with your cell phone. 


When you are comfortable with eat lunch and run, take yourself out for dinner. A restaurant with linen and silverware. You're no less intriguing a person when you're eating solo dessert to cleaning the whipped cream from the dish with your finger. In fact some people at full tables will wish they were where you were.


Go to the movies. Where it is dark and soothing. Alone in your seat amidst a fleeting community. 
And then, take yourself out dancing to a club where no one knows you. Stand on the outside of the floor till the lights convince you more and more and the music shows you. Dance like no one's watching...because, they're probably not. And, if they are, assume it is with best of human intentions. The way bodies move genuinely to beats is, after all, gorgeous and affecting. Dance until you're sweating, and beads of perspiration remind you of life's best things, down your back like a brook of blessings.


Go to the woods alone, and the trees and squirrels will watch for you.
Go to an unfamiliar city, roam the streets, there're always statues to talk to and benches made for sitting give strangers a shared existence if only for a minute and these moments can be so uplifting and the conversations you get in by sitting alone on benches might've never happened had you not been there by yourself


Society is afraid of alonedom, like lonely hearts are wasting away in basements, like people must have problems if, after a while, nobody is dating them. but lonely is a freedom that breaths easy and weightless and lonely is healing if you make it.


You could stand, swathed by groups and mobs or hold hands with your partner, look both further and farther for the endless quest for company. But no one's in your head and by the time you translate your thoughts, some essence of them may be lost or perhaps it is just kept. 


Perhaps in the interest of loving oneself, perhaps all those sappy slogans from preschool over to high school's groaning were tokens for holding the lonely at bay. Cuz if you're happy in your head than solitude is blessed and alone is okay.


It's okay if no one believes like you. All experience is unique, no one has the same synapses, can't think like you, for this be releived, keeps things interesting lifes magic things in reach. 


And it doesn't mean you're not connected, that communitie's not present, just take the perspective you get from being one person in one head and feel the effects of it. take silence and respect it. if you have an art that needs a practice, stop neglecting it. if your family doesn't get you, or religious sect is not meant for you, don't obsess about it. 


you could be in an instant surrounded if you needed it
If your heart is bleeding make the best of it 
There is heat in freezing, be a testament.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

The Rolling Stones - Sympathy For The Devil

Sympathy For The Devil
The Rolling Stones

Please allow me to introduce myself 
I'm a man of wealth and taste 
I've been around for a long, long years 
Stole many a man's soul and faith

And I was 'round when Jesus Christ 
Had his moment of doubt and pain 
Made damn sure that Pilate 
Washed his hands and sealed his fate

Pleased to meet you 
Hope you guess my name 
But what's puzzling you 
Is the nature of my game

I stuck around St. Petersburg 
When I saw it was a time for a change 
Killed the czar and his ministers 
Anastasia screamed in vain

I rode a tank 
Held a general's rank 
When the blitzkrieg raged 
And the bodies stank

Pleased to meet you 
Hope you guess my name, oh yeah 
Ah, what's puzzling you 
Is the nature of my game, oh yeah 
(woo woo, woo woo)

I watched with glee 
While your kings and queens 
Fought for ten decades 
For the gods they made 
(woo woo, woo woo)

I shouted out, 
"Who killed the Kennedys?" 
When after all 
It was you and me 
(who who, who who)

Let me please introduce myself 
I'm a man of wealth and taste 
And I laid traps for troubadours 
Who get killed before they reached Bombay 
(woo woo, who who)

Pleased to meet you 
Hope you guessed my name, oh yeah 
(who who)
But what's puzzling you 
Is the nature of my game, oh yeah, get down, baby 
(who who, who who)

Pleased to meet you 
Hope you guessed my name, oh yeah 
But what's confusing you 
Is just the nature of my game 
(woo woo, who who)

Just as every cop is a criminal 
And all the sinners saints 
As heads is tails 
Just call me Lucifer 
'Cause I'm in need of some restraint 
(who who, who who)

So if you meet me 
Have some courtesy 
Have some sympathy, and some taste 
(woo woo)
Use all your well-learned politesse 
Or I'll lay your soul to waste, um yeah 
(woo woo, woo woo)

Pleased to meet you 
Hope you guessed my name, um yeah 
(who who)
But what's puzzling you 
Is the nature of my game, um mean it, get down
(woo woo, woo woo)

Woo, who 
Oh yeah, get on down 
Oh yeah 
Oh yeah! 
(woo woo)

Tell me baby, what's my name 
Tell me honey, can ya guess my name 
Tell me baby, what's my name 
I tell you one time, you're to blame

Oh, who 
woo, woo 
Woo, who 
Woo, woo 
Woo, who, who 
Woo, who, who 
Oh, yeah

What's my name 
Tell me, baby, what's my name 
Tell me, sweetie, what's my name

Woo, who, who 
Woo, who, who 
Woo, who, who 
Woo, who, who 
Woo, who, who 
Woo, who, who 
Oh, yeah 
Woo woo 
Woo woo

-- 
Max Reinhold Jahnke

Dia do programador? Pura numerologia!

Ontem vi uma piada no Vida de Programador e curiosamente a piada era sobre os programadores! Veja a tirinha:

Tirinha261

E não é que o dia é mesmo pura numerologia?! Dizer que hoje é dia do programador é tão significante que dizer que o centésimo dia do ano é o dia do matemático pois 100 é a menor potência de 10 que é menor que 365, ou dia 99, se começar a contar do 0... é tão aleatório quanto escolher o dia 6/6 para ser o dia do físico, pois 6,6 são os primeiros números da representação decimal da constante de Planck em joule segundos! Como disse meu amigo Girinocom o que isso é diferente de somar as iniciais dos nomes com a data de nascimento da pessoa?

sábado, 10 de setembro de 2011

Portal

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Portal é um jogo de tiro em primeira pessoa cujo principal objetivo é solucionar puzzles usando uma arma que dispara portais. O jogo começa com a personagem Chell acordando e recebendo instruções e alertas de GLaDOS, uma inteligência artificial que promete bolo caso a personagem passe nos testes.

Achei o jogo bem divertido e incrivelmente bem bolado, pena que é muito curto, terminei o jogo em pouco mais de duas horas.

Ah! É neste jogo que começa o famoso meme "the cake is a lie".

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Leia mais sobre Portal na Wikipédia.

--
Max Reinhold Jahnke
http://www.jahnke.net.br

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

30 dias, 30 fotografias. Dia 2: O que vesti

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Bloodlust Zombies

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Bloodlust Zombies é mais um filme de zumbis com comédia. É um filme de baixíssimo orçamento, quase da dó da galera de tão pobre que o filme é. Mas o filme tem um atrativo especial: a atriz Alexis Texas é uma das estrelas do filme e, além de mostrar o peitos gritando yee haw, como esperamos que atrizes pornô do Texas façam, ela também mata um zumbi a machadadas! O filme é horrível, mas passável.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

The Rolling Stones - You Can't Always Get What You Want

You Can't Always Get What You Want

The Rolling Stones

I saw her today at the reception
A glass of wine in her hand.
I knew she was gonna meet her connection,
At her feet was a footloose man.

And you can't always get what you want,
Honey, you can't always get what you want.
You can't always get what you want
But if you try sometimes, yeah,
You just might find you get what you need!

I went down to the demonstration
To get our fair share of abuse,
Singing, "We gonna vent our frustration."
If we don't we're gonna blow a fifty amp fuse.
So, I went to the Chelsea Drugstore
To get your prescription filled.
I was standing in line with my friend, Mr. Jimmy.
And man, did he look pretty ill.
We decided that we would have a soda,
My favorite flavour was cherry red.
I sing this song to my friend, Jimmy,
And he said one word to me and that was "dead."
And I said to him

And you can't always get what you want, honey.
You can't always get what you want.
You can't always get what you want.
But if you try sometimes, yeah,
You just might find you get what you need!

I saw her today at the reception.
In her glass was a bleeding man.
She was practiced at the art of deception;
I could tell by her blood-stained hands.

And you can't always get what you want, honey.
You can't always get what you want.
You can't always get what you want,
But if you try sometimes, yeah,
You just might find you get what you need!

And you can't always get what you want, honey,
You can't always get what you want,
You cant always get what you want,
But if you try sometimes, yeah,
You just might find you get what you need

--
Max Reinhold Jahnke

30 dias, 30 fotografias. Dia 1: Auto retrato

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Deus Ex: Human Revolution

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Acabei de terminar o jogo Deus Ex: Human Revolution. É uma espécie de jogo de tiro em primeira pessoa com elementos de stealth, que lembra jogos como Metal Gear Solid e Splinter Cell, e elementos de RPG, que lembra um pouco Fallout 3, por exemplo. O cenário é um futuro hipotético em que avanços na ciência e tecnologia permitem que partes do corpo humano sejam substituídas por órgãos ou membros sintéticos, deixando a humanidade mais próxima da singularidade.

Tais avanços causam um grande impacto cultural e um grupo, chamado de "Purity First", se revolta pois acredita que os melhoramentos não passam de maneiras de empresas e do governo obterem informações e controle sobre todos aqueles que possuem órgãos sintéticos, além de os tornarem dependentes de uma droga que supostamente impediria que o corpo rejeitasse as modificações.

Abaixo é um vídeo com uma "propaganda" do Purity First contra os melhoramentos.

Durante o desenvolvimento da história, é possível encontrar vários ebooks espalhados pelo cenário, neles há informações sobre como a tecnologia supostamente funciona, muitas delas apresentadas de maneira muito plausível e interessante. Outros ebooks possuem opiniões, tanto a favor, quanto contra os melhoramentos. Gostei muito, pois questões éticas, filosóficas e mesmo teológicas são levantadas e muitas delas são deixadas no ar, de forma com que o jogador possa refletir e pensar no impacto cultural de tais avanços tecnológicos.

O gameplay do jogo é meio "aberto", é possível tanto seguir um estilo mais FPS padrão e sair matando todo mundo com a arma mais poderosa disponível, ou avançar de maneira tática e silenciosa, usando o sistema de coberturas e nocauteando os inimigos sem chamar atenção. Com as melhorias tecnológicas é possível construir um personagem razoavelmente bem flexível e deixar o gameplay bem ao gosto do jogadorr.

Um problema meio chato é que o jogo é em primeira pessoa, mas ao se esconder atrás de uma cobertura, o jogo muda para terceira pessoa, o que atrapalha um pouco no começo e estraga a imersão. Como sou fan de jogos de stealth action, não tenho como não comparar a engine desse jogo com a de Splinter Cell: Convition... A engine do Conviction é bem superior, tanto no sistema de coberturas, quanto nas várias maneiras de se movimentar pelo cenário e até no combate corpor a corpo, que em Deux Ex muda para um cutscene do personagem principal batendo no inimigo de uma maneira "estilosa". Mas estiloso mesmo é o Sam Fisher usando movimentos verdadeiros de Krav Magá para nocautear ou matar os inimigos. Para ser sincero, eu queria mesmo é que o Human Revolution tivesse a mesma engine do Conviction!

Os gráficos são bonitos, mas nada muito impressionante. Foda mesmo é a trilha sonora, que dá o clima perfeito para o jogo. Assista ao trailer abaixo e aproveite para prestar atenção na trilha sonora.

Se você leu até aqui, provavelmente vai querer ler também o artigo da Wikipédia sobre Deus Ex: Human Revolution.

domingo, 4 de setembro de 2011

ZMD: Zombies of Mass Destruction

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ZMD: Zombies of Mass Destruction era para ser um filme de humor, mas e só um filme chatíssimo. Em geral, ter zumbis já é um motivo bom o bastante para eu querer assistir um filme, mas esse filme é tão ruim, mas tão ruim, que nem os zumbis deram conta.


De qualquer forma, leia mais sobre filme ZMD: Zombies of Mass Destruction na Wikipédia.

domingo, 21 de agosto de 2011

Forgetting Sarah Marshall

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É a história sobre como um cara toma um pé na bunda da namorada e fica completamente devastado. Não consegui passar da primeira meia hora, pois o começo do filme é extremamente parado e é clima depressivo demais. Era para ser uma comédia romântica, mas não tem nada de engraçado nos primeiros 30 minutos e nem consegui chegar na suposta parte romântica.

Na real, o único motivo para eu tentar assistir o filme é o fato dele ser estrelado pelo Jason Segel, que interpreta Marshall Eriksen no fodástico How I Met Your Mother, que é meu seriado preferido. Mas não teve como, achei horrível. De qualquer forma, aí vai o link com o artigo sobre o filme Forgetting Sarah Marshall na Wikipédia.

sábado, 20 de agosto de 2011

Super 8


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Super 8 é um filme sobre um grupo de crianças que estavam gravando um filme de zumbis e que acabaram filmando um trem sendo descarrilhado e um monstro alienígena fugindo dele. Não vi nada de muito especial ou intrigante no filme, achei bem chatinho, até dormi no meio dele... a única coisa que realmente me marcou foram os grandes olhos chorosos do alienígena que só queria ir pra casa. Detrito 8 feelings.

Enfim, o filme é apenas passável. De qualquer forma, aqui vai o link para o artigo sobre Super 8 na Wikipédia.

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

A importância do "Dia do Orgulho Gay" e a homofobia do "Dia do Orgulho Hétero"

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O "Dia do Orgulho Hétero" coloca em evidência dois problemas graves da nossa sociedade: muitos são incapazes de entender a importância do "Dia do Orgulho Gay" e mais pessoas ainda são simplesmente homofóbicas e querem se manifestar contra o dia que deveria servir de conscientização.

É quase um absurdo ter que explicar que todo não-heterossexual sofre muito preconceito e que esse preconceito se manifesta das mais diversas formas: seja na violência direta, como no caso de gays sendo espancados na Av. Paulista; nas leis que "regulam" os direitos da união afetiva; ou no caso de pais dizendo que não teria "maior vergonha maior na vida do que ter um filho viado".

Daí que vem a necessidade de se ter orgulho gay: é uma maneira de se manifestar contra a homofobia, é uma maneira de dizer que, apesar do preconceito, há disposição de lutar pela liberdade. Além disso, a homofobia não é ruim apenas para homossexuais, mas para a sociedade como um todo. Um exemplo recente de como a homofobia também é ruim para héteros é o caso do homem que teve a orelha decepada por ser confundido com um gay.

Já os casais heterossexuais não precisam ter medo de apanhar por andarem de mãos dadas nas ruas, não possuem leis atrapalhando seus casamentos, por isso que tenho a impressão de que quem apoia o "Dia do Orgulho Hétero" ou ignora completamente os problemas sociais causados pela homofobia e toda a história de luta da comunidade GLBT, ou pior, estão simplesmente fazendo chacota homofóbica.

sábado, 6 de agosto de 2011

Super

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Putz, que filme mais sem graça. Tentei assistir, pensando que seria pelo menos tão engraçadinho quando o Kick-Ass, mas é incrivelmente mais idiota. É um filme que causa muita vergonha alheia e pena. Nem de longe é dark humor, como se diz, é só a história de um personagem mais desprezível que o Dwight Schrute, mas nem de longe tão engraçado quanto. Fiquei de saco e não terminei de assistir.

Qualquer coisa, percam tempo lendo o artigo da Wikipedia sobre Super.

sábado, 30 de julho de 2011

Wander Wildner

Wander Wildner é meu cantor e compositor brasileiro preferido. Apesar de ter escrito músicas lendárias como Bebendo Vinho, que foi popularizada pela banda Ira!, infelizmente ele é bem pouco conhecido. Das músicas dele, a minha música preferida é a Hippie-Punk-Rajneesh. Pena que não achei um vídeo melhor. :(




Hippie-Punk-Rajneesh

Você disse que eu tinha que mudar
Você disse que o quente é viajar
Você disse cabelo grande é o astral
Você disse o amor agora é grupal


Comprei uma moto velha toda coxa
Uma mochila cheia de pedrinha roxa
E sai pra ver o mundo alucinado
E você me chamou de alienado


Nunca mais eu ouço você
Nunca mais eu caio do beliche
Vou juntar tudo pra ser
Um hippie-punk-rajneesh
Um hippie-punk-rajneesh


Você disse que eu tinha que mudar
Você disse que o quente é meditar
Você disse sem cabelo é o certo
Você disse o amor é o inferno
É o inferno


Botei fora à moto, as pedras e o dinheiro
Fiquei careca e cantava o dia inteiro
Hare Krisna, Krisna, Krisna Hare, Hare
Você disse meu deus, sai dessa, pare


Nunca mais eu ouço você
Nunca mais eu caio do beliche
Vou juntar tudo pra ser
Um hippie-punk-rajneesh
Um hippie-punk-rajneesh


Você disse que eu tinha que mudar
Você disse o quente agora é cheirar
Você disse o cabelo agora é curto
Você disse o amor agora é bruto
Agora é bruto


Botei prego e tachinha no nariz
Comprei roupa toda preta e uma corrente
Descobri a besteira que eu fiz
Quando você me chamou de indecente


Nunca mais eu ouço você
Nunca mais eu caio do beliche
Vou juntar tudo pra ser
Um hippie-punk-rajneesh
Um hippie-punk-rajneesh


Nunca mais eu ouço você
Nunca mais eu caio do beliche
Vou juntar tudo pra ser
Um hippie-punk-rajneesh
Um hippie-punk-rajneesh

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Vídeos toscos da colação do IME USP

Colação de grau no IME. Os vídeos estão muito tosco, mas eu realmente não me importo. :)

Na colação festiva, quero ver se alguém supera a colação do Phalkon:

quarta-feira, 27 de julho de 2011

The Bee Gees - I Started a Joke

Acho que essa é única música do Bee Gees que eu reconheço e talvez a única que eu goste. Engraça do que eu só conheci ela por causa de um cover do Faith No More, outra banda que não sou capaz de reconhecer nenhuma outra música. =)



terça-feira, 26 de julho de 2011

Bioshock

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A primeira vez que joguei Bioshock acabei nem dando muita bola, acho que eu estava com tanta coisa para jogar, que acabei deixando de lado esse jogo que parecia só mais um FPS. Agora que eu não tenho nada para jogar, acabei dando mais uma chance ao jogo e não é que acabei gostando!

O que chama mais atenção em Bioshock é o estilo "steampunk" coberto de horror. O jogo é bem assustador e macabro, não só por causa da quantidade de corpos, sangue e cenário destruído, mas também por causa dos monstros que surgem do nada, de luzes que se apagam quando você está muito atento investigando algo ou dos personagens completamente insanos que fazem parte da história. Tudo isso, enquanto músicas agradáveis dos anos 40 e 50 tocam nos fonógrafos e rádios espalhados pelo jogo.

Gostei muito da história, que é contata basicamente em contatos via rádio e em áudio diários perdidos pelo cenário. Minha única reclamação é que não há uma boa sincronia entre a legenda e os diálogos, o que me atrapalha um pouco pois não sou muito bom no inglês ouvido. Mesmo assim, a história é excelente, muito bem contada e envolvente.

O gameplay é mais ou menos o padrão dos FPS, mas me surpreendi ao descobrir como funciona o minigame de hackear alguns dispotivisos do jogo, trata-se de uma versão do Pipe Mania: basta resolver o puzzle com um tempo limite, que o dispositivo é hackeado. Bem diferente de jogos como Fallout 3 ou Splinter Cell, em que o minigame tenta ter um ar hacker, mas é apenas incrivelmente chato! Acho que esse foi o primeiro minigame de hackear que eu realmente achei interessante. Seria legal se outros jogos usassem esses puzzles clássicos desse jeito criativo.

Enfim, achei o jogo incrivelmente bem produzido e recomendo fortemente! Se ficou curioso, aproveite para ler mais sobre Bioshock na Wikipédia.

-- 
Max Reinhold Jahnke
http://www.ime.usp.br/~jahnke

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Dante's Inferno

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Terminei de jogar Dante's Inferno, até que o jogo é legalzinho, mas nada além disso. Eu já tinha tentado terminar o jogo há pouco mais de um ano, mas acabei desistindo dele. Agora, com quase nada para jogar, dei mais uma chance ao game.

A aventura de Dante entra pra categoria de mais um dos jogos que seguem na sombra da série God of War, mas não chega nem aos pés do pior jogo desta. O que diferencia é que a história desse jogo não é baseada na mitologia grega, mas sim, na cristã. Mais especificamente: o ambiente do jogo é inspirado na obra Divida Comédia, de Dante Alighieri.



O jogo até começa bem, com Dante morrendo e logo em seguida matando a morte! E então ele acaba descendo ao Inferno para reclamar a alma da amada dele, Beatrice, das mãos de Lúcifer! Apesar de essa descrição inicial parecer empolgante, logo o jogo fica meio repetitivo, com muitos inimigos parecidos e cenários semelhantes uns ao outros.

O que salva um pouco o jogo é a maneira com que a história é contada nos flashbacks do Dante: são uma espécie de quadrinhos animados com desenhos muito estilosos e narrativa bem feita.

Se não bastassem os cenários parecidos, eles também são meio mal feitos, com texturas porcas e mapas mal planejados. Os erros de planejamento dos mapas são bem óbvios, por exemplo, muitas vezes entre uma parte desafiadora do jogo e um checkpoints é colocada uma parte bem entediante e chata do jogo, o que causa muita frustração. Mas o pecado maior o jogo é o quão feio ele é, claro que não teria como deixar o inferno bonito, mas pelo menos poderiam ter tomado cuidado com a qualidade dos gráficos.

Enfim, apesar dos vários defeitos citados acima, na ausência de algo para jogar, talvez valha a pena pegar o jogo emprestado com alguém. Mas eu não daria nenhum centavo por ele!

terça-feira, 19 de julho de 2011

Perform This Way (Parodia de "Born This Way" da Lady Gaga)

Gostei pra caramba dessa paródia que o Weird Al fez da música Born This Way da Lady Gaga:




Perform This Way
My mama told me when I was hatched
Act like a superstar
Save your allowance, buy a bubble dress
And someday you will go far
Now on red carpets, well, I'm hard to miss
The press follows everywhere I go
I'll poke your eye out with a dress like this
Back off and enjoy the show!

I'm sure my critics will say it's a grotesque display
Well, they can bite me, baby -- I perform this way
I might be wearin' Swiss cheese or maybe covered with bees
It doesn't mean I'm crazy -- I perform this way

Ooo, my little monsters pay... lots 'cause I perform this way
Baby, I perform this way
Ooo, don't worry, I'm okay... hey, I just perform this way
I'm not crazy, I perform this way

I'll be a troll or evil queen
I'll be a human jelly bean
'Cause every day is Halloween
For me...

I'm so completely original
My new look is all the rage
I'll wrap my small intestines 'round my neck
And set fire to myself on stage
Weird Al Yankovic Perform This Way lyrics found on http://www.directlyrics.com/weird-al-yankovic-perform-this-way-lyrics.html

I'll wear a porcupine on my head
On a W-H-I-M
And for no reason now I'll sing in French
Excusez-moi, Qui a pété? (Who cut the cheese?)

Got my straight jacket today, it's made of gold lamé
No, not because I'm crazy - I perform this way
I strap prime rib to my feet, cover myself with raw meat
I'll bet you've never seen a skirt steak worn this way

Don't be offended when you see
My latest pop monstrosity
I'm strange, weird, shocking, odd, bizarre
I'm Frankenstein, I'm Avatar
There's nothing too embarrassing
I'll honestly do anything
But wear white after Labor Day
'Cause baby, I perform this way

Hope you won't think it's cliché if I go nude today
Don't call the cops now, baby, I perform this way
No reason I should regret all the attention I get
I'm not completely crazy, I perform this way, yeah

I perform this way-hey, I perform this way-hey
I'm always deviating from the norm this way-hey
I perform this way-hey, I perform this way-hey
I'm really not insane -- I just perform this way-hey

domingo, 17 de julho de 2011

Tomb Raider "Turning Point" trailer


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"A Survivor is Born"

Em geral eu tento não me deixar animar demais por causa de trailers, pois estes costumam ter a incrível capacidade de me decepcionar, mas esse do próximo Tomb Raider, está animal, tão animal, que resolvi dar uma pesquisada para ver o que há de novo. Mas antes disso, vamos ao trailer:


Claro que os gráficos ficaram excelentes, com um realismo incrível e com cenas dignas de filmes de ação de hollywood, mas são cenas pré-renderizadas, então nem adianta usar isso para tentar deduzir como serão os gráficos do jogo, mas talvez possamos deduzir que os responsáveis pela direção do jogo saibam como botar bastante adrenalina e tensão no jogo... além disso, esse trailer infelizmente não revela nada de muito instigante sobre a história: Lara acaba indo parar num lugar inóspito e tem que se virar para sobreviver, como ocorreu em todos os outros jogos dela. Mas talvez há alguma salvação para a história, já que o foco será em como ela adquiriu as habilidades que possui em outros jogos.

De qualquer forma, ainda assim fui atrás das novidades: no próximo vídeo tem um pouco do gameplay do jogo, infelizmente bem pouco é mostrado, mas o jogo pareceu ter grande interatividade com o ambiente, o que sempre é agradável. Mas confesso que fiquei meio receoso, lembro que antes de lançarem Splinter Cell: Conviction, um dos vídeos mostrava ambientes complexos, com a possibilidade de usar mesas para bloquear portas e até mesmo jogar caixas e cadeiras e outros objetos do cenário nos inimigos, mas tudo isso sumiu quando o jogo finalmente foi lançado. Fiquei meio decepcionado, espero que isso não aconteça novamente.


Para ser sincero, nunca gostei desses jogos da Lara Croft, mas este eu pelo menos vou baixar o demo. \,,/_

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Outland

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Outland é um jogo de plataforma para Xbox 360 disponível na Live Arcade e também na Playstation Network. É sobre um homem que começa a ter visões do passado e acaba pedindo ajuda para um xamã, descobre que é a reencanação de um herói e acaba se envolvendo numa aventura épica... 


Não bem foi a história que me chamou a atenção, mas sim a dinâmica do jogo: a jogabilidade lembra Metroid, com uma pitada de Prince of Persia, com um mundo aberto com áreas se tornando acessíveis conforme certos poderes são conseguidos. Também tem uma sacadinha usando dois tipos de energia, uma azul e uma vermelha. Por exemplo, quando o herói está usando a energia vermelha, é possível passar por determinadas áreas, enquanto com a azul, por outras e a troca dessas energia possibilita o avanço, criando alguns puzzles interessantes e bem dinâmicos.

Além da dinâmica, o jogo é muito bonito, com cenários e inimigos muito bem trabalhados. Essa inclusive é uma característica que chama muita atenção nos jogos XBLA que eu tenho testado: os gráficos, apesar de simples e muitas vezes 2D, são cuidadosamente trabalhados, sempre dando um ótimo clima para o jogo, como é possível ver em outros jogos, como o Braid e Limbo.

Testei o demo disponível na Live, provavelmente deve ter na PSN também, e recomendo fortemente que todos os fãs de Metroid testem esse jogo.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Lady Gaga - Born This Way

Born This Way é o nome de uma música, e de um album, da Lady Gaga. Ela me chamou atenção por causa da introdução com tema syfy. Claro que a letra não está diretamente relacionada com a introdução alienígena, mas o ritmo ainda é muito bom e gostoso de ouvir. Confira o videoclipe abaixo e aproveite para ler a letra no final desse post.


Born This Way

It doesn't matter if you love him, or capital H-I-M
Just put your paws up
'Cause you were born this way, baby


My mama told me when I was young
We are all born superstars
She rolled my hair and put my lipstick on
In the glass of her boudoir


"There's nothin' wrong with lovin' who you are"
She said, "'cause he made you perfect, babe"
"So hold your head up, girl and you'll go far
Listen to me when I say"


I'm beautiful in my way
'Cause God makes no mistakes
I'm on the right track, baby
I was born this way


Don't hide yourself in regret
Just love yourself and you're set
I'm on the right track, baby
I was born this way


Ooo, there ain't no other way
Baby, I was born this way
Baby, I was born this way


Ooo, there ain't no other way
Baby, I was born this way
I'm on the right track, baby
I was born this way


Don't be a drag, just be a queen
Don't be a drag, just be a queen
Don't be a drag, just be a queen
Don't be!


Give yourself prudence
And love your friends
Subway kid, rejoice your truth


In the religion of the insecure
I must be myself, respect my youth


A different lover is not a sin
Believe capital H-I-M (hey, hey, hey)
I love my life, I love this record and
Mi amore vole fe yah (love needs faith)


I'm beautiful in my way
'Cause God makes no mistakes
I'm on the right track, baby
I was born this way


Don't hide yourself in regret
Just love yourself and you're set
I'm on the right track, baby
I was born this way


Ooo, there ain't no other way
Baby, I was born this way
Baby, I was born this way


Ooo, there ain't no other way
Baby, I was born this way
I'm on the right track, baby
I was born this way

Don't be a drag, just be a queen
Whether you're broke or evergreen
You're black, white, beige, chola descent
You're Lebanese, you're orient
Whether life's disabilities
Left you outcast, bullied or teased
Rejoice and love yourself today
'Cause baby, you were born this way

No matter gay, straight or bi
Lesbian, transgendered life
I'm on the right track, baby
I was born to survive
No matter black, white or beige
Chola or orient made
I'm on the right track, baby
I was born to be brave

I'm beautiful in my way
'Cause God makes no mistakes
I'm on the right track, baby
I was born this way

Don't hide yourself in regret
Just love yourself and you're set
I'm on the right track, baby
I was born this way


Ooo, there ain't no other way
Baby, I was born this way
Baby, I was born this way

Ooo, there ain't no other way
Baby, I was born this way
I'm on the right track, baby
I was born this way

I was born this way, hey!
I was born this way, hey!
I'm on the right track, baby
I was born this way, hey!

I was born this way, hey!
I was born this way, hey!
I'm on the right track, baby
I was born this way, hey!

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Source Code

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"Make every second count"

Assisti Source Code esses dias, filme que no Brasil está sendo chamado de Contra o Tempo. A história do filme é bem fraquinha: usam um blablablá quântico para justificar uma espécie de simulação que é usada por militares para combater terroristas. Mas apesar da história ser fraca, a maneira com que ela é desenvolvida é bem interessante. Além disso, o filme conta com a excelente interpretação de Jake Gyllenhaal.

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Acho que até vale a pena aproveitar e assistir o filme no cinema, mas não coloquem a culpa em mim se o blablablá quântico incomodar demais. Mas antes leiam sobre Source Code na Wikipédia. =)

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Dance Central - Um breve review

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Dos jogos para Kinect, acho que Dance Central foi o mais divertido que testei até agora. Bem mais avançado que o clássico Dance Dance Revolution, o Dance Central usa o Kinect, então não é mais necessário usar aquele tapete enfadonho que deixa de funcionar rapidamente. Além disso, o jogo é muito mais parecido com uma dança de verdade, fazendo com que o jogador aprenda passos e movimentos da danças de verdade.

Antes de ficar desanimado pensando que jogar vai ser muito difícil, o jogo tem um modo chamado "break it down" que quebra a dança em vários passos e ensina o jogador, passo por passo, a dominar todos os movimentos. Então fica bem fácil de aprender as coreografias, pelo menos eu aprendi rápido. Em poucos minutos, eu estava me sentindo a Lady Gaga, dançando Poker Face!

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Veja o trailer do jogo no vídeo abaixo. Nele é possível ver vários movimentos legais que dá para aprender jogando.

Gostei tanto do Dance Central que acho que só esse jogo já justifica completamente a compra do Kinect. Mas quem ainda estiver desconfiado, vale a pena visitar uma loja como a Fnac, que frequentemente deixa um Xbox 360 com Kinect e algum jogo de demonstração. Nesse final de semana vi lá algumas pessoas jogando. Vale muito a pena conferir.

-- 
Max Reinhold Jahnke
http://www.ime.usp.br/~jahnke

sexta-feira, 8 de julho de 2011

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Kinect - Primeiras impressões

Desde que Kinect foi anunciado na E3 2009 (na época ainda era chamado de Project Natal), fiquei com uma puta vontade de jogar mas igualmente incomodado com a possibilidade de me decepcionar do mesmo jeito que me decepcionei com o Wii. Como fiquei desconfiado que dos vídeos promocionais, tentei várias vezes testar o Kinect, mas nunca conseguia... só que a vontade de ter foi maior, aí acabei influenciando minha namorada para comprar o Kinect, mesmo sem ter certeza se prestava. Aí quando eu comprei o Xbox 360 e ela comprou o Kinect.

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E não nos arrependemos e adoramos o Kinect. O primeiro jogo que testamos foi o Kinect Adventures, que veio com o sensor, logo em seguida jogamos o muito bonito Child of Eden. Até aí, eu nem tinha me empolgado tanto, até fomos à casa de uma querida amiga, a Luciana Daré, e lá testamos outros jogos de Kinect, como Wipeout, Kinectmals, The Michael Jackson Experience e Dance Central. O Dance Central é excelente, tem que aprender coreografias de verdade. Aliás, dancei Poker Face, da Lady Gaga, até ficar pingando de suor!

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Assim que eu tiver mais tempo, falo mais sobre esses games, mas por agora, só afirmo que o Kinect reconhece bem os movimentos e a jogabilidade é bem divertida. É muito fácil e rápido de se acostumar com a sensibilidade dos jogos. Também tem reconhecimento facial e reconhecimento de voz. Fiquei bem impressionado.

O Kinect é bom e vale muito a pena. Quem ainda estiver duvidando, tente ir à casa de um amigo ou a alguma loja que esteja demonstrando o produto. Inclusive, descobri na Wikipédia que o Kinect entrou Guinness World Record como o eletrônico que vendeu mais rápido na história e que ganhou um prêmio de engenharia por causa da inovação em aprendizado de máquina.

Não tem dormido o suficiente?

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segunda-feira, 4 de julho de 2011

Harry Potter and the Deathly Hallows: Part 1


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Apesar de muita gente tirar sarro do monte de clichês presentes nas obras de J. K. Rowling e os fans do bruxinho serem constantemente alvos de chacotas, não tenho vergonha de assumir que curti muito os livros e tenho assistido a todos os filmes. E até que os filmes tem sido bons. Gostei de quase todos e esse penúltimo, que é a primeira parte do último livro, não foi diferente. Não lembro muito do livro, mas não encontrei nada estranho na Parte 1.

Não tenho muito o que falar desse filme: como é uma série longa de filmes, quem já assistiu os últimos 6, certamente vai querer continuar assistindo, então esse post foi mais para eu ter controle do que tenho assistido. =)

terça-feira, 28 de junho de 2011

Pokegirl

Essa foto ficou tão legal que não tive como não compartilhar. :)

via fuckyeahgeekgirls on 6/27/11

Sucker Punch

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Sucker Punk é um puta de um filme tosco daquele cara que dirigiu 300, o Zack Snyder. O mais odioso são as personagens vazias, praticamente nenhuma delas história, personalidade nem vontade... as únicas partes que ficaram legais foram as alucinações dentro da alucinação da personagem principal.


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A alucinação com os zumbis nazistas a la Killzone ficou bem divertida, mas principalmente por causa do Killzone. Teve uma outra, medieval, com direito a uma breve briga com dragões, que ficou bem feita. E uma última, que abusou demais do bullet time e que era obviamente inspirada no filme I, Robot. Mas fora dessas mini histórias, o resto do filme ficou idiota.

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Se esse filme era para ser feminista, falhou vergonhosamente, se era para ser um pedido de desculpas pelos homens pelados em 300, então teria que ter feito uma história onde as personagens fossem exaltadas pela personalidade e atitudes delas, e não só por usarem roupas curtas, terem o corpo "ideal" e saírem chutando bunda de orcs, robos e zumbis nazistas.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

X-Man: First Class

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Assisti X-Man: First Class e até que gostei. Claro que a adaptação deve estar cheia de atrocidades e os fãs da história original devem estar se debatendo, mas como nunca me importei muito com X-Man, curti muito o filme.

Do roteiro, o que achei mais engraçado foi como conseguiram usar dois grandes clichês para representar os inimigos: primeiro, eram os nazistas, depois os comunistas. Apesar de ter uns personagens bem ridículos e alguns não terem uma personalidade muito bem trabalhada, outros até que foram bem interpretados e ficaram realistas. Por exemplo, gostei muito do Magneto, mas não achei o Professor X muito convincente. E foda mesmo foi a participação do Wolverine! :)

Não vou enrolar muito mais, o filme é bom e eu acho que vale a pena assistir no cinema, principalmente se você for estudante e puder pagar meia. Mas não adianta esperar muito do filme: já adianto que o público alvo do filme são crianças e adolescentes, então não espere um roteiro muito sofisticado, nem muita violência ou lindas mulheres quase nuas...

Aproveitando: tão fazendo um jogo desse filme? A última adaptação que vi, a do X-Man Origins: Wolverine para Xbox 360, ficou bem divertida e com violência na medida certa. Muito melhor que o filme!! =)

domingo, 26 de junho de 2011

Comprei meu Xbox 360!!

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Finalmente pude comprar um Xbox 360. Aproveitei que minha irmã foi para o EUA fazer um curso e pedi para ela trazer. A diferença de preço, para uma compra no EUA, é assustadora: um Xbox 360 Slim custa apenas 199 dólares, que em reais é aproximadamente 320 reais! Já numa loja qualquer aqui no Bananão o preço chega fácil nuns 1000 reais.

Para aproveitar da situação, minha namorada comprou o Kinect, que veio com o jogo Kinect Adventures e também o jogo Chil of Eden. Então, a partir de hoje devo começar a escrever não apenas um breve review dos filmes e livros que leio, mas também dos jogos que eu for testando, incluindo os Arcade, disponíveis via Live.

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sábado, 25 de junho de 2011

A Game of Thrones


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Terminei de assistir a primeira temporada de Game of Thrones. Essa série é absolutamente fantástica, não só a história é genial, com personagens realistas e bem humanos, como toda a produção é de altíssimo nível. Não conta apenas com excelentes atores, como Sean Bean, que interpretou o Boromir em O Senhor dos Anéis, mas também tem figurinos lindíssimos, cenários cuidosamente trabalhados e uma trilha sonora fantástica.

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Para quem não conhece, o seriado conta a história do primeiro livro da série A Song of Ice and Fire, que está sendo escrita por George R. R. Martin. O que diferencia essa história de outros épicos medievais é que ela não cai no antigo clichê do bem contra o mal e tem como centro uma disputa política entre poderosas famílias. Os personagens são bem humanos, com falhas de caráter, fraquezas e medos, o que os torna muito realistas, mesmo vivendo num mundo fantástico.

O seriado foi tão bem recebido, que apenas dois dias depois do lançamento ele já foi renovado para uma segunda temporada, que logo começa a ser filmada, mas só deve estrear em 2012... o jeito vai ser aguentar até lá apenas lendo os livros.

Leia mais sobre a série de livros A Song of Ice and Fire a adaptação para TV Game of Thrones na Wikipédia.