sábado, 24 de setembro de 2011

Depressão, remédios e exercícios físicos

Faz alguns anos desde que comecei a ter alguns sintomas de depressão. Lembro de ter começado com problemas de insônia, desmotivação e uma certa irritabilidade. Na época, acho que era mais stress do que depressão, mas depois começaram a aparecer outros sintomas, como dores de cabeça, falta de fome e a impressão de que o mundo poderia desabar a qualquer momento. Quando o stress era maior, eu sentia muita dor de cabeça e tensão no pescoço, essa tensão, inclusive, passou a ser cada vez mais constante, a ponto de alguns dias da semana eu já acordar sentindo meus ombros "presos".

Sempre tive muito "orgulho" e tentava resolver meus problemas sozinho, eu tentava me distrair dos pensamentos ruins e aliviar os sintomas como dava, seja jogando videogame, abusando de analgésicos ou mesmo fazendo exercícios. O que mais funcionava era me exercitar. Comecei em 2010 a nadar e descobri um exercício que realmente fazia eu me sentir melhor. O primeiro semestre de 2010 deve ter sido o melhor período dos últimos 10 anos da minha vida e tudo isso por que eu nadava três vezes por semana. Naquela época consegui aliviar quase completamente a tensão dos ombros, não sentia mais dor de cabeça e nem tinha mais insônia.

Mas aí chegou o inverno, parei de nadar e passei por umas situações bem complicadas na minha vida e infelizmente, o segundo semestre de 2010 foi um dos piores da minha vida. Foi um puta contraste, várias situações horríveis se combinaram: eu estava extremamente preocupado em me formar, minha avó morreu, minha mãe ficou extremamente depressiva e eu fiquei preocupadíssimo com a saúde dela. Outras coisas tristes também aconteceram, prefiro nem citar aqui, mas a pior coisa que poderia acontecer foi eu ter reprovado numa disciplina e não me formado no final de 2010.

As "férias" do começo de 2011 foram bem malucas, tão malucas que finalmente tomei vergonha na cara e fui a um psiquiatra e comecei a me tratar tomando remédio e tentando melhorar minha qualidade de vida. O remédio até que fez muito bem no começo: as dores de cabeça sumiram, a tensão nos ombros desapareceu e comecei, aos poucos a me sentir melhor, até que cheguei numa certa estabilidade. Mas eu estava estável numa situação que não era exatamente ruim, mas também não era exatamente boa. Acho que graças ao remédio foi mais fácil suportar as várias coisas ruins que aconteceram, como o quase infarto e depois internação da mãe...

Lembrando de como me sentia bem no começo de 2010, voltei a me exercitar, mas como as piscinas estavam fechadas por causa do inverno, optei por correr e foi então que finalmente voltei a me sentir bem. Depois de umas duas ou três semanas correndo, passei a frequentar as aulas de musculação do centro esportivo. Essas foram duas das três melhores coisas que fiz pro meu bem estar nesse semestre.
É incrível como correr me deixa bem, muito melhor do que os remédios que eu tomo e também fico muito mais relaxado do que quando nadava. Aliás, acho que nada me deixa tão relaxando quanto correr, nada mesmo. E sempre que eu malho, saio da academia me sentindo o exterminador do futuro!

Enfim, conversei com meu psiquiatra, falei das melhoras que aconteceram há pouco mais de dois meses, de como eu tenho melhorado e, de acordo com ele, se tudo continuar bem como tem estado ultimamente, acho que até o final do ano paro de tomar meus remédios e posso ser considerado "curado" da depressão.

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Christian Woman - Type O Negative

Christian Woman
Type O Negative

A cross upon her bedroom wall
From grace she will fall
An image burning in her mind
And between her thighs

A dying God-man full of pain
When will you cum again?
Before him beg to serve or please
On your back or knees
There's no forgiveness for her sins
Prefers punishment?
Would you suffer eternally
Or internally?

For her lust
She'll burn in hell
Her soul done medium well
All through mass manual stimulation
Salvation

Body of Christ
She needs
The body of Christ

She'd like to know God
Ooh love God
Feel her God
Inside of here - deep inside of her

Jesus Christ looks like me

-- 
Max Reinhold Jahnke

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Call of Duty: Black Ops

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Os últimos jogos da série Call of Duty tem sido cada vez mais bem feitos e o Black Ops não foi diferente. A história é ambientada no período da Guerra Fria e a campanha se desenvolve em várias missões clandestinas na Rússia, Cuba e Vietnam e estão relacionadas a uma arma química experimental conhecida como Nova 6. O jogador controla principalmente Alex Mason, das forças especiais, e ocasionalmente Jason Hudson, da CIA, e até mesmo Viktor Reznov, personagem de World at War.


Vários efeitos cinematográficos são usados na campanha, como efeitos de bullet time ao invadir algumas sala e mesmo e cenas obviamente inspiradas em filmes, como o final da missão em Vorkuta, onde é possível matar inimigos com um Winchester enquanto se pilota uma moto fodônica! Essa é uma clara referência a Terminator II e deixa o jogo extremamente empolgante.

Além dos gráficos extremamente detalhados e realistas, o que chama muita atenção é o quão convincente são as ações e expressões dos personagens, feito conseguido graças a um sofisticado uso de motion capture, que não só guardava os movimentos do corpo dos personagens, mas também vários detalhes das expressões faciais dos atores.

A trilha sonora também é excelente, contanto com algumas músicas da época da Guerra Fria, como Sympathy for the Devil, de Rolling Stones e Fortunate Son, de Creedence Clearwater Revival, além de várias outras compostas especialmente para o jogo.

Fora da campanha, um diferencial desse jogo é o Zombie Mode, em que os jogadores tem que sobreviver pelo maior tempo possível a recorrentes ataques de zumbis. No início está disponível um mapa Kino der Toten, com personagens de World at War, e as hordas não são apenas de zumbis, mas zumbis nazistas! Também tem como liberar o mapa Five, onde é possível jogar com John F. Kennedy, Richard Nixon, Robert McNamara e Fidel Castro para lutar contra zumbis atacando o Pentágono.

Enfim: o jogo é excelente e vale cada centavo investido nele.

domingo, 18 de setembro de 2011

DO MATH

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DO MATH, WITH PAIN!

Diary of the Dead

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Diary of the Dead é um metafilme de zumbis dirigido por George A. Romero. Chamo de metafilme pois trata-se de um filme sobre um filme gravado por alunos de um curso de cinema. Os estudantes estavam gravando um filme de horror e ouviram no rádio notícias sobre vandalismo e assassinatos em massa e acabaram passando a gravar o que eles estavam vivenciando, de forma a documentar o que realmente estava acontecendo: uma infestação de zumbis.

Pela Internet os estudantes descobrem que a mídia e o governo estavam mentindo, então um dos estudantes resolve passar a publicar na Web os vídeos que estava gravando sobre as situações que eles estavam passando, esperando que, ao mostrar a verdade sobre a infestação, acabassem ajudando outras pessoas a sobreviverem.

Gostei da atitude dos personagens de publicar os vídeos intuito de que as informações não manipuladas pudessem ajudar outras pessoas em situações parecidas. Bem parecido com o que estava acontecendo na Inglaterra recentemente, mas (infelizmente?) sem zumbis.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

How to be alone (by Tanya Davis)



How to be alone
by Tanya Davis


If you are at first lonely, be patient. If you've not been alone much, or if when you were, you weren't okay with it, then just wait. You'll find it's fine to be alone once you're embracing it.


We could start with the acceptable places, the bathroom, the coffee shop, the library. Where you can stall and read the paper, where you can get your caffeine fix and sit and stay there. Where you can browse the stacks and smell the books. You're not supposed to talk much anyway so it's safe there.


There's also the gym. If you're shy you could hang out with yourself in mirrors, you could put headphones in (guitar stroke). 


And there's public transportation, because we all gotta go places. 


And there's prayer and meditation. No one will think less if you're hanging with your breath seeking peace and salvation.


Start simple. Things you may have previously (electric guitar plucking) based on your avoid being alone principals. 


The lunch counter. Where you will be surrounded by chow-downers. Employees who only have an hour and their spouses work across town and so they -- like you -- will be alone.


Resist the urge to hang out with your cell phone. 


When you are comfortable with eat lunch and run, take yourself out for dinner. A restaurant with linen and silverware. You're no less intriguing a person when you're eating solo dessert to cleaning the whipped cream from the dish with your finger. In fact some people at full tables will wish they were where you were.


Go to the movies. Where it is dark and soothing. Alone in your seat amidst a fleeting community. 
And then, take yourself out dancing to a club where no one knows you. Stand on the outside of the floor till the lights convince you more and more and the music shows you. Dance like no one's watching...because, they're probably not. And, if they are, assume it is with best of human intentions. The way bodies move genuinely to beats is, after all, gorgeous and affecting. Dance until you're sweating, and beads of perspiration remind you of life's best things, down your back like a brook of blessings.


Go to the woods alone, and the trees and squirrels will watch for you.
Go to an unfamiliar city, roam the streets, there're always statues to talk to and benches made for sitting give strangers a shared existence if only for a minute and these moments can be so uplifting and the conversations you get in by sitting alone on benches might've never happened had you not been there by yourself


Society is afraid of alonedom, like lonely hearts are wasting away in basements, like people must have problems if, after a while, nobody is dating them. but lonely is a freedom that breaths easy and weightless and lonely is healing if you make it.


You could stand, swathed by groups and mobs or hold hands with your partner, look both further and farther for the endless quest for company. But no one's in your head and by the time you translate your thoughts, some essence of them may be lost or perhaps it is just kept. 


Perhaps in the interest of loving oneself, perhaps all those sappy slogans from preschool over to high school's groaning were tokens for holding the lonely at bay. Cuz if you're happy in your head than solitude is blessed and alone is okay.


It's okay if no one believes like you. All experience is unique, no one has the same synapses, can't think like you, for this be releived, keeps things interesting lifes magic things in reach. 


And it doesn't mean you're not connected, that communitie's not present, just take the perspective you get from being one person in one head and feel the effects of it. take silence and respect it. if you have an art that needs a practice, stop neglecting it. if your family doesn't get you, or religious sect is not meant for you, don't obsess about it. 


you could be in an instant surrounded if you needed it
If your heart is bleeding make the best of it 
There is heat in freezing, be a testament.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

The Rolling Stones - Sympathy For The Devil

Sympathy For The Devil
The Rolling Stones

Please allow me to introduce myself 
I'm a man of wealth and taste 
I've been around for a long, long years 
Stole many a man's soul and faith

And I was 'round when Jesus Christ 
Had his moment of doubt and pain 
Made damn sure that Pilate 
Washed his hands and sealed his fate

Pleased to meet you 
Hope you guess my name 
But what's puzzling you 
Is the nature of my game

I stuck around St. Petersburg 
When I saw it was a time for a change 
Killed the czar and his ministers 
Anastasia screamed in vain

I rode a tank 
Held a general's rank 
When the blitzkrieg raged 
And the bodies stank

Pleased to meet you 
Hope you guess my name, oh yeah 
Ah, what's puzzling you 
Is the nature of my game, oh yeah 
(woo woo, woo woo)

I watched with glee 
While your kings and queens 
Fought for ten decades 
For the gods they made 
(woo woo, woo woo)

I shouted out, 
"Who killed the Kennedys?" 
When after all 
It was you and me 
(who who, who who)

Let me please introduce myself 
I'm a man of wealth and taste 
And I laid traps for troubadours 
Who get killed before they reached Bombay 
(woo woo, who who)

Pleased to meet you 
Hope you guessed my name, oh yeah 
(who who)
But what's puzzling you 
Is the nature of my game, oh yeah, get down, baby 
(who who, who who)

Pleased to meet you 
Hope you guessed my name, oh yeah 
But what's confusing you 
Is just the nature of my game 
(woo woo, who who)

Just as every cop is a criminal 
And all the sinners saints 
As heads is tails 
Just call me Lucifer 
'Cause I'm in need of some restraint 
(who who, who who)

So if you meet me 
Have some courtesy 
Have some sympathy, and some taste 
(woo woo)
Use all your well-learned politesse 
Or I'll lay your soul to waste, um yeah 
(woo woo, woo woo)

Pleased to meet you 
Hope you guessed my name, um yeah 
(who who)
But what's puzzling you 
Is the nature of my game, um mean it, get down
(woo woo, woo woo)

Woo, who 
Oh yeah, get on down 
Oh yeah 
Oh yeah! 
(woo woo)

Tell me baby, what's my name 
Tell me honey, can ya guess my name 
Tell me baby, what's my name 
I tell you one time, you're to blame

Oh, who 
woo, woo 
Woo, who 
Woo, woo 
Woo, who, who 
Woo, who, who 
Oh, yeah

What's my name 
Tell me, baby, what's my name 
Tell me, sweetie, what's my name

Woo, who, who 
Woo, who, who 
Woo, who, who 
Woo, who, who 
Woo, who, who 
Woo, who, who 
Oh, yeah 
Woo woo 
Woo woo

-- 
Max Reinhold Jahnke

Dia do programador? Pura numerologia!

Ontem vi uma piada no Vida de Programador e curiosamente a piada era sobre os programadores! Veja a tirinha:

Tirinha261

E não é que o dia é mesmo pura numerologia?! Dizer que hoje é dia do programador é tão significante que dizer que o centésimo dia do ano é o dia do matemático pois 100 é a menor potência de 10 que é menor que 365, ou dia 99, se começar a contar do 0... é tão aleatório quanto escolher o dia 6/6 para ser o dia do físico, pois 6,6 são os primeiros números da representação decimal da constante de Planck em joule segundos! Como disse meu amigo Girinocom o que isso é diferente de somar as iniciais dos nomes com a data de nascimento da pessoa?

sábado, 10 de setembro de 2011

Portal

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Portal é um jogo de tiro em primeira pessoa cujo principal objetivo é solucionar puzzles usando uma arma que dispara portais. O jogo começa com a personagem Chell acordando e recebendo instruções e alertas de GLaDOS, uma inteligência artificial que promete bolo caso a personagem passe nos testes.

Achei o jogo bem divertido e incrivelmente bem bolado, pena que é muito curto, terminei o jogo em pouco mais de duas horas.

Ah! É neste jogo que começa o famoso meme "the cake is a lie".

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Leia mais sobre Portal na Wikipédia.

--
Max Reinhold Jahnke
http://www.jahnke.net.br

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

30 dias, 30 fotografias. Dia 2: O que vesti

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Bloodlust Zombies

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Bloodlust Zombies é mais um filme de zumbis com comédia. É um filme de baixíssimo orçamento, quase da dó da galera de tão pobre que o filme é. Mas o filme tem um atrativo especial: a atriz Alexis Texas é uma das estrelas do filme e, além de mostrar o peitos gritando yee haw, como esperamos que atrizes pornô do Texas façam, ela também mata um zumbi a machadadas! O filme é horrível, mas passável.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

The Rolling Stones - You Can't Always Get What You Want

You Can't Always Get What You Want

The Rolling Stones

I saw her today at the reception
A glass of wine in her hand.
I knew she was gonna meet her connection,
At her feet was a footloose man.

And you can't always get what you want,
Honey, you can't always get what you want.
You can't always get what you want
But if you try sometimes, yeah,
You just might find you get what you need!

I went down to the demonstration
To get our fair share of abuse,
Singing, "We gonna vent our frustration."
If we don't we're gonna blow a fifty amp fuse.
So, I went to the Chelsea Drugstore
To get your prescription filled.
I was standing in line with my friend, Mr. Jimmy.
And man, did he look pretty ill.
We decided that we would have a soda,
My favorite flavour was cherry red.
I sing this song to my friend, Jimmy,
And he said one word to me and that was "dead."
And I said to him

And you can't always get what you want, honey.
You can't always get what you want.
You can't always get what you want.
But if you try sometimes, yeah,
You just might find you get what you need!

I saw her today at the reception.
In her glass was a bleeding man.
She was practiced at the art of deception;
I could tell by her blood-stained hands.

And you can't always get what you want, honey.
You can't always get what you want.
You can't always get what you want,
But if you try sometimes, yeah,
You just might find you get what you need!

And you can't always get what you want, honey,
You can't always get what you want,
You cant always get what you want,
But if you try sometimes, yeah,
You just might find you get what you need

--
Max Reinhold Jahnke

30 dias, 30 fotografias. Dia 1: Auto retrato

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Deus Ex: Human Revolution

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Acabei de terminar o jogo Deus Ex: Human Revolution. É uma espécie de jogo de tiro em primeira pessoa com elementos de stealth, que lembra jogos como Metal Gear Solid e Splinter Cell, e elementos de RPG, que lembra um pouco Fallout 3, por exemplo. O cenário é um futuro hipotético em que avanços na ciência e tecnologia permitem que partes do corpo humano sejam substituídas por órgãos ou membros sintéticos, deixando a humanidade mais próxima da singularidade.

Tais avanços causam um grande impacto cultural e um grupo, chamado de "Purity First", se revolta pois acredita que os melhoramentos não passam de maneiras de empresas e do governo obterem informações e controle sobre todos aqueles que possuem órgãos sintéticos, além de os tornarem dependentes de uma droga que supostamente impediria que o corpo rejeitasse as modificações.

Abaixo é um vídeo com uma "propaganda" do Purity First contra os melhoramentos.

Durante o desenvolvimento da história, é possível encontrar vários ebooks espalhados pelo cenário, neles há informações sobre como a tecnologia supostamente funciona, muitas delas apresentadas de maneira muito plausível e interessante. Outros ebooks possuem opiniões, tanto a favor, quanto contra os melhoramentos. Gostei muito, pois questões éticas, filosóficas e mesmo teológicas são levantadas e muitas delas são deixadas no ar, de forma com que o jogador possa refletir e pensar no impacto cultural de tais avanços tecnológicos.

O gameplay do jogo é meio "aberto", é possível tanto seguir um estilo mais FPS padrão e sair matando todo mundo com a arma mais poderosa disponível, ou avançar de maneira tática e silenciosa, usando o sistema de coberturas e nocauteando os inimigos sem chamar atenção. Com as melhorias tecnológicas é possível construir um personagem razoavelmente bem flexível e deixar o gameplay bem ao gosto do jogadorr.

Um problema meio chato é que o jogo é em primeira pessoa, mas ao se esconder atrás de uma cobertura, o jogo muda para terceira pessoa, o que atrapalha um pouco no começo e estraga a imersão. Como sou fan de jogos de stealth action, não tenho como não comparar a engine desse jogo com a de Splinter Cell: Convition... A engine do Conviction é bem superior, tanto no sistema de coberturas, quanto nas várias maneiras de se movimentar pelo cenário e até no combate corpor a corpo, que em Deux Ex muda para um cutscene do personagem principal batendo no inimigo de uma maneira "estilosa". Mas estiloso mesmo é o Sam Fisher usando movimentos verdadeiros de Krav Magá para nocautear ou matar os inimigos. Para ser sincero, eu queria mesmo é que o Human Revolution tivesse a mesma engine do Conviction!

Os gráficos são bonitos, mas nada muito impressionante. Foda mesmo é a trilha sonora, que dá o clima perfeito para o jogo. Assista ao trailer abaixo e aproveite para prestar atenção na trilha sonora.

Se você leu até aqui, provavelmente vai querer ler também o artigo da Wikipédia sobre Deus Ex: Human Revolution.

domingo, 4 de setembro de 2011

ZMD: Zombies of Mass Destruction

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ZMD: Zombies of Mass Destruction era para ser um filme de humor, mas e só um filme chatíssimo. Em geral, ter zumbis já é um motivo bom o bastante para eu querer assistir um filme, mas esse filme é tão ruim, mas tão ruim, que nem os zumbis deram conta.


De qualquer forma, leia mais sobre filme ZMD: Zombies of Mass Destruction na Wikipédia.