quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Xícara de café

Xcara_de_caf

(via vetdadepre)

terça-feira, 15 de novembro de 2011

O problema com os videogames?

Li no The Guardian uma crítica a videogames, reclamando que o problema não está na violência, mas nos personagens, "que são uns idiotas"... acho que era para o artigo parecer engraçado, mas não foi. Esse tipo de crítica não faz sentido. Faz anos que os jogos da série Call of Duty vem promovendo o mesmo estilo de ação: você encarna um ou mais soldados que são uns fodões sanguinolentos que matam centenas e centenas de "filhos da puta" e "pouco se importam com isso".

Sim, tem um monte de coisas inspiradas em filmes antigos do Schwarzenegger (como comentei no meu breve review do Black Ops), mas todo mundo já espera isso. Já estava lá na demonstração e ninguém é obrigado a jogar... se o cara jogou e e não gostou do que viu, burro foi ele que ignorou todos os antigos jogos da série, que nunca foi atrás de trailers ou de demonstrações dos jogos.

arnold-schwarzenegger-terminator-photo.jpg

Existem vários outros tipos de jogos, alguns onde não tem como matar como Portal, outros tem como matar, mas você pode escolher im caminho sem violência, como acontece nos Deus Ex: Human Revolution e Metal Gear. Esse não é um problema com os videogames, mas sim do consumidor que não sabe se informar sobre quais jogos querem. Se for para ter algo fofinho, basta jogar Wii que é cheio deles, se for para ter um jogo mais animado que promova a saúde, que joguem Dance Central no Xbox. Há opções de jogos para todos os gostos.

Eu gosto de jogos violentos e adoro encarnar num personagem violento e fodão e me sentir como se estivesse num filme de ação. É uma delícia sentir a adrenalina desses jogos e, sinceramente, para mim funciona como uma válvula de escape: mato centenas nos jogos e alivio o stress da vida real. E livre de stress posso ser apenas mais um matemático calmo e legal que gosta de beber cerveja e sair com amigos.