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segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Call of Duty: Black Ops

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Os últimos jogos da série Call of Duty tem sido cada vez mais bem feitos e o Black Ops não foi diferente. A história é ambientada no período da Guerra Fria e a campanha se desenvolve em várias missões clandestinas na Rússia, Cuba e Vietnam e estão relacionadas a uma arma química experimental conhecida como Nova 6. O jogador controla principalmente Alex Mason, das forças especiais, e ocasionalmente Jason Hudson, da CIA, e até mesmo Viktor Reznov, personagem de World at War.


Vários efeitos cinematográficos são usados na campanha, como efeitos de bullet time ao invadir algumas sala e mesmo e cenas obviamente inspiradas em filmes, como o final da missão em Vorkuta, onde é possível matar inimigos com um Winchester enquanto se pilota uma moto fodônica! Essa é uma clara referência a Terminator II e deixa o jogo extremamente empolgante.

Além dos gráficos extremamente detalhados e realistas, o que chama muita atenção é o quão convincente são as ações e expressões dos personagens, feito conseguido graças a um sofisticado uso de motion capture, que não só guardava os movimentos do corpo dos personagens, mas também vários detalhes das expressões faciais dos atores.

A trilha sonora também é excelente, contanto com algumas músicas da época da Guerra Fria, como Sympathy for the Devil, de Rolling Stones e Fortunate Son, de Creedence Clearwater Revival, além de várias outras compostas especialmente para o jogo.

Fora da campanha, um diferencial desse jogo é o Zombie Mode, em que os jogadores tem que sobreviver pelo maior tempo possível a recorrentes ataques de zumbis. No início está disponível um mapa Kino der Toten, com personagens de World at War, e as hordas não são apenas de zumbis, mas zumbis nazistas! Também tem como liberar o mapa Five, onde é possível jogar com John F. Kennedy, Richard Nixon, Robert McNamara e Fidel Castro para lutar contra zumbis atacando o Pentágono.

Enfim: o jogo é excelente e vale cada centavo investido nele.

sábado, 10 de setembro de 2011

Portal

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Portal é um jogo de tiro em primeira pessoa cujo principal objetivo é solucionar puzzles usando uma arma que dispara portais. O jogo começa com a personagem Chell acordando e recebendo instruções e alertas de GLaDOS, uma inteligência artificial que promete bolo caso a personagem passe nos testes.

Achei o jogo bem divertido e incrivelmente bem bolado, pena que é muito curto, terminei o jogo em pouco mais de duas horas.

Ah! É neste jogo que começa o famoso meme "the cake is a lie".

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Leia mais sobre Portal na Wikipédia.

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Max Reinhold Jahnke
http://www.jahnke.net.br

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Deus Ex: Human Revolution

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Acabei de terminar o jogo Deus Ex: Human Revolution. É uma espécie de jogo de tiro em primeira pessoa com elementos de stealth, que lembra jogos como Metal Gear Solid e Splinter Cell, e elementos de RPG, que lembra um pouco Fallout 3, por exemplo. O cenário é um futuro hipotético em que avanços na ciência e tecnologia permitem que partes do corpo humano sejam substituídas por órgãos ou membros sintéticos, deixando a humanidade mais próxima da singularidade.

Tais avanços causam um grande impacto cultural e um grupo, chamado de "Purity First", se revolta pois acredita que os melhoramentos não passam de maneiras de empresas e do governo obterem informações e controle sobre todos aqueles que possuem órgãos sintéticos, além de os tornarem dependentes de uma droga que supostamente impediria que o corpo rejeitasse as modificações.

Abaixo é um vídeo com uma "propaganda" do Purity First contra os melhoramentos.

Durante o desenvolvimento da história, é possível encontrar vários ebooks espalhados pelo cenário, neles há informações sobre como a tecnologia supostamente funciona, muitas delas apresentadas de maneira muito plausível e interessante. Outros ebooks possuem opiniões, tanto a favor, quanto contra os melhoramentos. Gostei muito, pois questões éticas, filosóficas e mesmo teológicas são levantadas e muitas delas são deixadas no ar, de forma com que o jogador possa refletir e pensar no impacto cultural de tais avanços tecnológicos.

O gameplay do jogo é meio "aberto", é possível tanto seguir um estilo mais FPS padrão e sair matando todo mundo com a arma mais poderosa disponível, ou avançar de maneira tática e silenciosa, usando o sistema de coberturas e nocauteando os inimigos sem chamar atenção. Com as melhorias tecnológicas é possível construir um personagem razoavelmente bem flexível e deixar o gameplay bem ao gosto do jogadorr.

Um problema meio chato é que o jogo é em primeira pessoa, mas ao se esconder atrás de uma cobertura, o jogo muda para terceira pessoa, o que atrapalha um pouco no começo e estraga a imersão. Como sou fan de jogos de stealth action, não tenho como não comparar a engine desse jogo com a de Splinter Cell: Convition... A engine do Conviction é bem superior, tanto no sistema de coberturas, quanto nas várias maneiras de se movimentar pelo cenário e até no combate corpor a corpo, que em Deux Ex muda para um cutscene do personagem principal batendo no inimigo de uma maneira "estilosa". Mas estiloso mesmo é o Sam Fisher usando movimentos verdadeiros de Krav Magá para nocautear ou matar os inimigos. Para ser sincero, eu queria mesmo é que o Human Revolution tivesse a mesma engine do Conviction!

Os gráficos são bonitos, mas nada muito impressionante. Foda mesmo é a trilha sonora, que dá o clima perfeito para o jogo. Assista ao trailer abaixo e aproveite para prestar atenção na trilha sonora.

Se você leu até aqui, provavelmente vai querer ler também o artigo da Wikipédia sobre Deus Ex: Human Revolution.

terça-feira, 26 de julho de 2011

Bioshock

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A primeira vez que joguei Bioshock acabei nem dando muita bola, acho que eu estava com tanta coisa para jogar, que acabei deixando de lado esse jogo que parecia só mais um FPS. Agora que eu não tenho nada para jogar, acabei dando mais uma chance ao jogo e não é que acabei gostando!

O que chama mais atenção em Bioshock é o estilo "steampunk" coberto de horror. O jogo é bem assustador e macabro, não só por causa da quantidade de corpos, sangue e cenário destruído, mas também por causa dos monstros que surgem do nada, de luzes que se apagam quando você está muito atento investigando algo ou dos personagens completamente insanos que fazem parte da história. Tudo isso, enquanto músicas agradáveis dos anos 40 e 50 tocam nos fonógrafos e rádios espalhados pelo jogo.

Gostei muito da história, que é contata basicamente em contatos via rádio e em áudio diários perdidos pelo cenário. Minha única reclamação é que não há uma boa sincronia entre a legenda e os diálogos, o que me atrapalha um pouco pois não sou muito bom no inglês ouvido. Mesmo assim, a história é excelente, muito bem contada e envolvente.

O gameplay é mais ou menos o padrão dos FPS, mas me surpreendi ao descobrir como funciona o minigame de hackear alguns dispotivisos do jogo, trata-se de uma versão do Pipe Mania: basta resolver o puzzle com um tempo limite, que o dispositivo é hackeado. Bem diferente de jogos como Fallout 3 ou Splinter Cell, em que o minigame tenta ter um ar hacker, mas é apenas incrivelmente chato! Acho que esse foi o primeiro minigame de hackear que eu realmente achei interessante. Seria legal se outros jogos usassem esses puzzles clássicos desse jeito criativo.

Enfim, achei o jogo incrivelmente bem produzido e recomendo fortemente! Se ficou curioso, aproveite para ler mais sobre Bioshock na Wikipédia.

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Max Reinhold Jahnke
http://www.ime.usp.br/~jahnke

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Dante's Inferno

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Terminei de jogar Dante's Inferno, até que o jogo é legalzinho, mas nada além disso. Eu já tinha tentado terminar o jogo há pouco mais de um ano, mas acabei desistindo dele. Agora, com quase nada para jogar, dei mais uma chance ao game.

A aventura de Dante entra pra categoria de mais um dos jogos que seguem na sombra da série God of War, mas não chega nem aos pés do pior jogo desta. O que diferencia é que a história desse jogo não é baseada na mitologia grega, mas sim, na cristã. Mais especificamente: o ambiente do jogo é inspirado na obra Divida Comédia, de Dante Alighieri.



O jogo até começa bem, com Dante morrendo e logo em seguida matando a morte! E então ele acaba descendo ao Inferno para reclamar a alma da amada dele, Beatrice, das mãos de Lúcifer! Apesar de essa descrição inicial parecer empolgante, logo o jogo fica meio repetitivo, com muitos inimigos parecidos e cenários semelhantes uns ao outros.

O que salva um pouco o jogo é a maneira com que a história é contada nos flashbacks do Dante: são uma espécie de quadrinhos animados com desenhos muito estilosos e narrativa bem feita.

Se não bastassem os cenários parecidos, eles também são meio mal feitos, com texturas porcas e mapas mal planejados. Os erros de planejamento dos mapas são bem óbvios, por exemplo, muitas vezes entre uma parte desafiadora do jogo e um checkpoints é colocada uma parte bem entediante e chata do jogo, o que causa muita frustração. Mas o pecado maior o jogo é o quão feio ele é, claro que não teria como deixar o inferno bonito, mas pelo menos poderiam ter tomado cuidado com a qualidade dos gráficos.

Enfim, apesar dos vários defeitos citados acima, na ausência de algo para jogar, talvez valha a pena pegar o jogo emprestado com alguém. Mas eu não daria nenhum centavo por ele!

domingo, 17 de julho de 2011

Tomb Raider "Turning Point" trailer


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"A Survivor is Born"

Em geral eu tento não me deixar animar demais por causa de trailers, pois estes costumam ter a incrível capacidade de me decepcionar, mas esse do próximo Tomb Raider, está animal, tão animal, que resolvi dar uma pesquisada para ver o que há de novo. Mas antes disso, vamos ao trailer:


Claro que os gráficos ficaram excelentes, com um realismo incrível e com cenas dignas de filmes de ação de hollywood, mas são cenas pré-renderizadas, então nem adianta usar isso para tentar deduzir como serão os gráficos do jogo, mas talvez possamos deduzir que os responsáveis pela direção do jogo saibam como botar bastante adrenalina e tensão no jogo... além disso, esse trailer infelizmente não revela nada de muito instigante sobre a história: Lara acaba indo parar num lugar inóspito e tem que se virar para sobreviver, como ocorreu em todos os outros jogos dela. Mas talvez há alguma salvação para a história, já que o foco será em como ela adquiriu as habilidades que possui em outros jogos.

De qualquer forma, ainda assim fui atrás das novidades: no próximo vídeo tem um pouco do gameplay do jogo, infelizmente bem pouco é mostrado, mas o jogo pareceu ter grande interatividade com o ambiente, o que sempre é agradável. Mas confesso que fiquei meio receoso, lembro que antes de lançarem Splinter Cell: Conviction, um dos vídeos mostrava ambientes complexos, com a possibilidade de usar mesas para bloquear portas e até mesmo jogar caixas e cadeiras e outros objetos do cenário nos inimigos, mas tudo isso sumiu quando o jogo finalmente foi lançado. Fiquei meio decepcionado, espero que isso não aconteça novamente.


Para ser sincero, nunca gostei desses jogos da Lara Croft, mas este eu pelo menos vou baixar o demo. \,,/_

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Outland

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Outland é um jogo de plataforma para Xbox 360 disponível na Live Arcade e também na Playstation Network. É sobre um homem que começa a ter visões do passado e acaba pedindo ajuda para um xamã, descobre que é a reencanação de um herói e acaba se envolvendo numa aventura épica... 


Não bem foi a história que me chamou a atenção, mas sim a dinâmica do jogo: a jogabilidade lembra Metroid, com uma pitada de Prince of Persia, com um mundo aberto com áreas se tornando acessíveis conforme certos poderes são conseguidos. Também tem uma sacadinha usando dois tipos de energia, uma azul e uma vermelha. Por exemplo, quando o herói está usando a energia vermelha, é possível passar por determinadas áreas, enquanto com a azul, por outras e a troca dessas energia possibilita o avanço, criando alguns puzzles interessantes e bem dinâmicos.

Além da dinâmica, o jogo é muito bonito, com cenários e inimigos muito bem trabalhados. Essa inclusive é uma característica que chama muita atenção nos jogos XBLA que eu tenho testado: os gráficos, apesar de simples e muitas vezes 2D, são cuidadosamente trabalhados, sempre dando um ótimo clima para o jogo, como é possível ver em outros jogos, como o Braid e Limbo.

Testei o demo disponível na Live, provavelmente deve ter na PSN também, e recomendo fortemente que todos os fãs de Metroid testem esse jogo.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Dance Central - Um breve review

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Dos jogos para Kinect, acho que Dance Central foi o mais divertido que testei até agora. Bem mais avançado que o clássico Dance Dance Revolution, o Dance Central usa o Kinect, então não é mais necessário usar aquele tapete enfadonho que deixa de funcionar rapidamente. Além disso, o jogo é muito mais parecido com uma dança de verdade, fazendo com que o jogador aprenda passos e movimentos da danças de verdade.

Antes de ficar desanimado pensando que jogar vai ser muito difícil, o jogo tem um modo chamado "break it down" que quebra a dança em vários passos e ensina o jogador, passo por passo, a dominar todos os movimentos. Então fica bem fácil de aprender as coreografias, pelo menos eu aprendi rápido. Em poucos minutos, eu estava me sentindo a Lady Gaga, dançando Poker Face!

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Veja o trailer do jogo no vídeo abaixo. Nele é possível ver vários movimentos legais que dá para aprender jogando.

Gostei tanto do Dance Central que acho que só esse jogo já justifica completamente a compra do Kinect. Mas quem ainda estiver desconfiado, vale a pena visitar uma loja como a Fnac, que frequentemente deixa um Xbox 360 com Kinect e algum jogo de demonstração. Nesse final de semana vi lá algumas pessoas jogando. Vale muito a pena conferir.

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Max Reinhold Jahnke
http://www.ime.usp.br/~jahnke

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Kinect - Primeiras impressões

Desde que Kinect foi anunciado na E3 2009 (na época ainda era chamado de Project Natal), fiquei com uma puta vontade de jogar mas igualmente incomodado com a possibilidade de me decepcionar do mesmo jeito que me decepcionei com o Wii. Como fiquei desconfiado que dos vídeos promocionais, tentei várias vezes testar o Kinect, mas nunca conseguia... só que a vontade de ter foi maior, aí acabei influenciando minha namorada para comprar o Kinect, mesmo sem ter certeza se prestava. Aí quando eu comprei o Xbox 360 e ela comprou o Kinect.

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E não nos arrependemos e adoramos o Kinect. O primeiro jogo que testamos foi o Kinect Adventures, que veio com o sensor, logo em seguida jogamos o muito bonito Child of Eden. Até aí, eu nem tinha me empolgado tanto, até fomos à casa de uma querida amiga, a Luciana Daré, e lá testamos outros jogos de Kinect, como Wipeout, Kinectmals, The Michael Jackson Experience e Dance Central. O Dance Central é excelente, tem que aprender coreografias de verdade. Aliás, dancei Poker Face, da Lady Gaga, até ficar pingando de suor!

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Assim que eu tiver mais tempo, falo mais sobre esses games, mas por agora, só afirmo que o Kinect reconhece bem os movimentos e a jogabilidade é bem divertida. É muito fácil e rápido de se acostumar com a sensibilidade dos jogos. Também tem reconhecimento facial e reconhecimento de voz. Fiquei bem impressionado.

O Kinect é bom e vale muito a pena. Quem ainda estiver duvidando, tente ir à casa de um amigo ou a alguma loja que esteja demonstrando o produto. Inclusive, descobri na Wikipédia que o Kinect entrou Guinness World Record como o eletrônico que vendeu mais rápido na história e que ganhou um prêmio de engenharia por causa da inovação em aprendizado de máquina.

domingo, 26 de junho de 2011

Comprei meu Xbox 360!!

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Finalmente pude comprar um Xbox 360. Aproveitei que minha irmã foi para o EUA fazer um curso e pedi para ela trazer. A diferença de preço, para uma compra no EUA, é assustadora: um Xbox 360 Slim custa apenas 199 dólares, que em reais é aproximadamente 320 reais! Já numa loja qualquer aqui no Bananão o preço chega fácil nuns 1000 reais.

Para aproveitar da situação, minha namorada comprou o Kinect, que veio com o jogo Kinect Adventures e também o jogo Chil of Eden. Então, a partir de hoje devo começar a escrever não apenas um breve review dos filmes e livros que leio, mas também dos jogos que eu for testando, incluindo os Arcade, disponíveis via Live.

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