terça-feira, 26 de julho de 2011

Bioshock

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A primeira vez que joguei Bioshock acabei nem dando muita bola, acho que eu estava com tanta coisa para jogar, que acabei deixando de lado esse jogo que parecia só mais um FPS. Agora que eu não tenho nada para jogar, acabei dando mais uma chance ao jogo e não é que acabei gostando!

O que chama mais atenção em Bioshock é o estilo "steampunk" coberto de horror. O jogo é bem assustador e macabro, não só por causa da quantidade de corpos, sangue e cenário destruído, mas também por causa dos monstros que surgem do nada, de luzes que se apagam quando você está muito atento investigando algo ou dos personagens completamente insanos que fazem parte da história. Tudo isso, enquanto músicas agradáveis dos anos 40 e 50 tocam nos fonógrafos e rádios espalhados pelo jogo.

Gostei muito da história, que é contata basicamente em contatos via rádio e em áudio diários perdidos pelo cenário. Minha única reclamação é que não há uma boa sincronia entre a legenda e os diálogos, o que me atrapalha um pouco pois não sou muito bom no inglês ouvido. Mesmo assim, a história é excelente, muito bem contada e envolvente.

O gameplay é mais ou menos o padrão dos FPS, mas me surpreendi ao descobrir como funciona o minigame de hackear alguns dispotivisos do jogo, trata-se de uma versão do Pipe Mania: basta resolver o puzzle com um tempo limite, que o dispositivo é hackeado. Bem diferente de jogos como Fallout 3 ou Splinter Cell, em que o minigame tenta ter um ar hacker, mas é apenas incrivelmente chato! Acho que esse foi o primeiro minigame de hackear que eu realmente achei interessante. Seria legal se outros jogos usassem esses puzzles clássicos desse jeito criativo.

Enfim, achei o jogo incrivelmente bem produzido e recomendo fortemente! Se ficou curioso, aproveite para ler mais sobre Bioshock na Wikipédia.

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Max Reinhold Jahnke
http://www.ime.usp.br/~jahnke

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