Acabei de ler um "estudo" que meu amigo Caio Begotti compartilhou no Twitter: Metaplasmos contemporâneos – Um estudo acerca das atuais transformações fonéticas da Língua Portuguesa
Eu não chamaria de estudo, mas de documentação. Mesmo assim, adorei os exemplos. Principalmente esse:
“Poetas clássicos”,
“Poeta niversitaro,
Poeta de cademia,
De rico vocabularo
Cheio de mitologia,
Tarvez este meu livrinho
Não vá recebê carinho,
Nem lugio e nem istima,
Mas garanto sê fié
E não istruí papé
Com poesia sem rima.”
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